EUA pedem fim da violência no Egito e dizem monitorar a situação no país

Governo americano ainda não disse se continua ou não apoiando o presidente Hosni Mubarak

Associated Press

26 de janeiro de 2011 | 16h20

WASHINGTON - A secretária de Estado Hillary Rodham Clinton pediu ao governo egípcio para não impedir os protestos pacíficos ou bloquear as comunicações, incluindo redes sociais como o Facebook e o Twitter. Ela disse que as manifestações deram às autoridades egípcias "uma importante oportunidade" para anunciar amplas reformas.

 

Clinton disse nesta quarta-feira, 26, que os Estados Unidos apoiam os diretos do povo egípcio de liberdade de expressão, assembleia e associação. Ela disse que a administração Obama estava esperançosa de que o governo do Egito irá agir de acordo com as "legítimas aspirações" de seu povo.

 

No entanto, a Casa Branca não disse se os EUA ainda apoiam o presidente egípcio Hosni Mubarak, alvo dos protestos que tomam o país pedindo o fim de seu governo autoritário.

 

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs disse nesta quarta que o país está monitorando a situação no Egito, um próximo aliado dos EUA. Gibbs se recusou a dizer se Mubarak, há 30 anos no poder, ainda tem o apoio americano.

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