EUA: prefeito de Chicago entra na Justiça contra greve

Rahm Emanuel afirma que a greve é ilegal porque ameaça a saúde e a segurança das crianças e dos adolescentes da cidade

AE, Agência Estado

17 de setembro de 2012 | 17h42

CHICAGO - O prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, entrou na Justiça nesta segunda-feira para tentar acabar com a greve dos 26 mil professores das escolas públicas da cidade, que deixou mais de 350 mil estudantes sem aulas nos últimos sete dias. A greve é um constrangimento para a administração do presidente Barack Obama, em plena reta final da campanha eleitoral nos Estados unidos. Obama e Emanuel são colegas no Partido Democrata e o prefeito de Chicago foi chefe de gabinete de Obama antes de ser eleito prefeito da metrópole americana.

Emanuel pediu a um tribunal estadual que force os professores a voltarem às escolas. A porta-voz do prefeito, Sarah Hamilton, disse que advogados pediram que o tribunal obrigue o Sindicato dos Professores de Chicago a recomendarem aos seus associados que voltem imediatamente ao trabalho.

As duas partes estavam perto de um acordo no sábado, mas no domingo o Sindicato decidiu continuar em greve, ao dizer que precisava de mais tempo para revisar uma proposta complicada feita pela Prefeitura. Emanuel afirma que a greve é ilegal porque ameaça a saúde e a segurança das crianças e dos adolescentes de Chicago.

As informações são da Associated Press.

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