EUA reabrem embaixadas que estavam sob ameaça

Os Estados Unidos reabriram ontem várias das 19 embaixadas e consulados no Oriente Médio, África e Ásia que haviam fechado recentemente por causa da ameaça de possíveis ataques terroristas da rede Al-Qaeda.

WASHINGTON, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2013 | 02h02

A Embaixada dos EUA em Sanaa, Iêmen, permanecerá fechada, pois o temor de um ataque permanece elevado, assim como o consulado americano em Lahore, Paquistão. Outras representações diplomáticas permanecerão fechadas em razão dos feriados muçulmanos que marcam o fim do mês sagrado do Ramadã.

Comunicações interceptadas teriam captado mensagens eletrônicas entre o chefe da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, e o líder da célula da rede radical islâmica na Península Arábica, cuja sede fica no Iêmen, Nasser al-Wuhayshi. Nas mensagens, Zawahiri ordenava a realização de atentados.

"Continuaremos a avaliar as ameaças a Sanaa e Lahore para depois tomar uma decisão sobre a reabertura das representações diplomáticas", informou a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki. "Também continuaremos a avaliar as informações sobre essas e outras representações para tomar as medidas apropriadas para proteger nosso pessoal e os cidadãos americanos no exterior", acrescentou.

"Não há indicações de uma nova ameaça, somente nosso compromisso de adotar a precaução e os passos apropriados para proteger nossos funcionários e os que visitam nossas instalações no exterior", informou o Departamento de Estado. REUTERS e AP

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