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EUA reforçam apoio à França após ataque em Nice

O presidente americano, Barack Obama, conversou por telefone com o líder francês, François Hollande, para prestar condolências e oferecer a cooperação de agentes da polícia e do serviço de inteligência dos Estados Unidos

O Estado de S.Paulo

15 de julho de 2016 | 16h51

WASHINGTON - O porta-voz da Casa Branca Josh Earnest disse nesta sexta-feira que o presidente americano, Barack Obama, conversou por telefone com o presidente francês, François Hollande, após o ataque terrorista em Nice para oferecer condolências e o "mais forte apoio" dos Estados Unidos.

"A França é, afinal, o nosso aliado mais antigo", afirmou Earnest na entrevista diária na Casa Branca.

Earnest disse que Obama ofereceu à França cooperação na segurança e que agentes norte-americanos da polícia e de inteligência estão em contato com os seus homólogos franceses.

Cerca de 50 pessoas ainda estão entre a vida e a morte

O presidente da França, François Hollande, disse que cerca de 50 pessoas ainda estão lutando por suas vidas após o ataque da última quinta-feira, que deixou ao menos 84 mortos e 100 feridos.

"Cerca de 50 pessoas estão em urgência absoluta, entre a vida e a morte", disse Hollande após visitar as vítimas em um hospital na cidade da Riviera Francesa. Ele acrescentou que há estrangeiros e crianças entre as vítimas e alertou que a luta contra grupos extremistas deve ser longa, porque ainda tentam atacar os valores ocidentais.

Hollande chegou nesta sexta-feira a Nice e foi recebido no aeroporto pelo primeiro-ministro da França, Manuel Valls. Ele vai participar de uma reunião no Centro de Operações do departamento dos Alpes Marítimos, na qual lhe mostrarão imagens de circuitos fechados de televisão capturadas na área do atentado./ EFE e Reuters

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