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EUA sancionam entidades chinesas e russas que apoiam a Coreia do Norte

Departamento de Tesouro anunciou nova medida para tentar isolar cada vez mais e elevar a pressão sobre Pyongyang em razão de seus programas balístico e nuclear; seis indivíduos e dez entidades estão na lista dos punidos

O Estado de S.Paulo

22 Agosto 2017 | 12h33

WASHINGTON - O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira, 22, sanções econômicas contra mais de uma dezenas de entidades e pessoas russas e chinesas por sua colaboração com o regime norte-coreano. 

A medida faz parte de uma nova tentativa de isolar cada vez mais o país asiático e elevar a pressão sobre Pyongyang em razão do desenvolvimento de seus programas balístico e nuclear.

"O Departamento de Tesouro continuará aumentando a pressão sobre a Coreia do Norte, tendo como alvo aqueles que apoiam o desenvolvimento dos programas nuclear e balístico, e os isolando do sistema financeiro americano", afirmou o secretário de tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, em comunicado.

"É inaceitável que indivíduos e empresas da China e da Rússia facilitem a obtenção pela Coreia do Norte do dinheiro utilizado para desenvolver armas de destruição em massa e desestabilizar a região", completou Mnuchin

As sanções desta terça-feira têm como alvo principalmente empresas chinesas. Apesar de Pequim apoiado uma nova rodada de sanções da ONU contra o regime de Kim Jong-un e dizer que tenta restringir as transações entre companhias chinesas e o governo norte-coreano, muitas empresas do país continuam fornecendo tecnologia e peças para os mísseis do país vizinho.

As sanções afetam seis indivíduos e dez entidades, entre elas Dandong Rich Earth Trading e Mingzheng International, sediadas na China, que facilitaram acesso ao sistema financeiro internacional para Coreia do Norte, além da russa Gefest-M LLC e de seu diretor, Ruben Kirakosyan. / EFE e WASHINGTON POST

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