Evidências de ataque na Síria podem ter sido destruídas

O ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, disse neste domingo (25) que as evidências dos supostos ataques químicos da semana passada na Síria já podem ter sido destruídas. "Algumas evidências podem ter se deteriorado nos últimos dias e outras podem ter sido adulteradas", disse.

Agência Estado

25 de agosto de 2013 | 16h49

A Síria anunciou neste domingo que permitirá que inspetores da Organização das Nações Unidas (ONU), que estão atualmente em Damasco, tenham acesso imediato aos arredores da capital, onde a oposição acusa o regime de ter usado armas químicas contra combatentes e civis há cinco dias.

"Agora, temos de ser realistas sobre o que a equipe da ONU pode conseguir", disse Hague. Ele também reafirmou sua crença de que o regime do presidente sírio Bashar Assad foi responsável pelo ataque. "Já há muitas evidências, e todas elas apontam para uma direção", disse.

Mais cedo, o governo dos EUA rejeitou a oferta do regime de fornecer acesso de inspetores, avaliando que a autorização veio tarde demais para ser confiável. Fonte: Dow Jones Newswires.

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