Evo ganha apoio do Mercosul em briga com os EUA

A Bolívia está pronta para questionar legalmente a decisão dos EUA de não renovar o tratado de preferências tarifárias que dava aos seus produtos têxteis acesso preferencial ao mercado americano. O presidente boliviano, Evo Morales, disse ontem, na reunião de cúpula do Mercosul, que o processo só vai para a gaveta se o governo de Barack Obama, que assume em janeiro, reverter a decisão. "Esperamos que o novo presidente possa consertar essa injustiça" Evo não mencionou as razões da medida - ele expulsou da Bolívia a DEA, a agência antidrogas dos EUA. Mas conseguiu apoio do Mercosul, numa abertura que envolverá US$ 30 milhões, cifra superior ao prejuízo estimado (de US$ 21 milhões).

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