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Ex-affair de Kim Jong-un foi presa e executada, diz jornal sul-coreano

Segundo 'Chosun Ilbo', cantora Hyon Song-wol teria sido condenada por gravar e vender pornografia

O Estado de S. Paulo,

29 de agosto de 2013 | 17h24

A cantora Hyon Song-wol, tida como possível affair do líder norte-coreano Kim Jong-un, foi executada na Coreia do Norte junto com um grupo de músicos acusados de gravar e vender pornografia, informou nesta quinta-feira, 29, o jornal sul-coreano Chosun Ilbo.

O jornal de maior tiragem do país, que cita fontes chinesas, afirma que a cantora foi detida no dia 17 de agosto por violar as leis norte-coreanas contra pornografia e, três dias depois, foi executada em público.

Segundo o jornal, outras 11 pessoas, integrantes da orquestra Unhasu e músicos e dançarinos do grupo Wangjaesan Light Music Band. Todos eles eram acusados, segundo o diário, de gravar e vender vídeos pornográficos e, segundo uma fonte citada pelo jornal, foram condenados por possuírem muitas bíblias - o que fez com que fossem tratados como dissidentes políticos.

Acredita-se que Kim Jong-un manteve por 10 anos uma relação com a cantora, embora tenha encerrado o relacionamento por não ter tido a aprovação de King Jong-il, pai do atual líder norte-coreano. Após a ruptura, Hyon se casou com um soldado e Kim Jong-un se casou com outra cantora, Ri Sol-ju, que também foi integrante da orquestra Unhasu.

A fonte citada pelo jornal sul-coreano diz que os 12 artistas foram executados diante de outros integrantes de seus grupos e de seus familiares, que depois teriam sidos transferidos para campos de trabalho./ EFE

 
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