Ricardo Arduengo/REUTERS
Ricardo Arduengo/REUTERS

Ex-militar ligado à morte de líder haitiano é enviado para os EUA 

Mario Antonio Palacios havia fugido para a Jamaica, mas foi preso no Panamá

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de janeiro de 2022 | 05h00

Mario Antonio Palacios, um dos 22 ex-militares colombianos acusados de participação no assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, em julho de 2021, foi preso no Panamá e levado para os EUA. Seis meses após a morte de Moïse, a autoria intelectual do atentado ainda é um mistério. 

O envolvimento de Palacios, que havia fugido para a Jamaica, onde estava detido, ainda é obscuro. Na segunda-feira, o governo jamaicano ordenou sua extradição para a Colômbia, mas ele foi preso durante a escala no Panamá. Na internet, circulam imagens do colombiano sendo escoltado por policiais no aeroporto internacional da capital panamenha.

Fontes do governo colombiano afirmaram que Palacios teria sido convidado a embarcar “voluntariamente” para os EUA, onde fica a sede da CTU, empresa de segurança que o havia contratado e é investigada por envolvimento no assassinato de Moïse. Palacios ficou sem saída. Caso se recusasse, os panamenhos ameaçavam cumprir um pedido de extradição dos americanos. /AFP e REUTERS

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