Bjoern Sigurdson / Reuters
Bjoern Sigurdson / Reuters

Ex-presidente dos EUA Jimmy Carter responde bem ao tratamento contra o câncer

Segundo o Centro Carter, não evidência de um novo tumor. Político luta contra melanoma que se espalhou do fígado para o cérebro

O Estado de S. Paulo

11 de novembro de 2015 | 11h24

ATLANTA - O ex-presidente dos EUA Jimmy Carter está respondendo bem ao tratamento contra o câncer e não há nenhuma evidência de nova malignidade, afirmou o Centro Carter na terça-feira.

Carter, de 91 anos, começou o tratamento em agosto contra um melanoma que se espalhou do fígado para o cérebro. Após exames recentes, médicos do Instituto de Câncer Winship, da Universidade de Emory, deram a "boa notícia" a Carter, disse o Centro Carter em comunicado.

"Disseram a ele que os exames recentes mostraram que não há evidências de nova malignidade, e seu problema original está respondendo bem ao tratamento", segundo o comunicado. "Outros exames serão feitos."

O ex-presidente se submeteu a uma operação no dia 3 de agosto para retirar uma pequena massa do fígado. Quando o câncer chegou ao cérebro, foram encontrados quatro melanomas malignos. Desde então, Carter tem se submetido a várias sessões de radioterapia.

O político democrata tem um extenso histórico da doença na família, uma vez que seu pai e três irmãos morreram de câncer de pâncreas, e sua mãe teve câncer de mama.

Carter planejava viajar ao Nepal neste mês para acompanhar a construção de casas com o grupo sem fins lucrativos Habitat for Humanity, mas a viagem foi cancelada em razão da "agitação civil" no país.

"Tive uma vida maravilhosa”, disse Carter quando tornou pública sua doença há poucos meses. “Estou pronto para qualquer coisa e desejo empreender uma nova aventura."

Presidente dos EUA entre 1977 e 1981, Carter participou de um evento da organização Habitat em Memphis, no Tennessee, na semana passada, disse o Centro Carter. Ele desempenhou um papel fundamental nas negociações de paz no Oriente Médio durante a sua presidência e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2002. /REUTERS e EFE

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