Exército dos EUA dá baixa ao maior número de gays desde 1987

O número de soldados que receberam baixa do Exército dos EUA por sua homossexualidade alcançou em 2000 o mais alto índice desde 1987, informou um estudo que acaba de ser divulgado. Uma em cada seis pessoas receberam baixa em 2000 - ou seja, cerca de 1.250 - por terem demonstrado condutas homossexuais ou terem declarado suas tendências sexuais. As denúncias por hostilidades contra os gays cresceram 23%, de 871 em 2000 para 1.075 em 2001, segundo a Rede de Defesa Legal dos Membros em Serviço.A política da Forças Armadas, adotada a partir de 1994, é de permitir que os homossexuais prestem serviço militar desde que mantenham em privado a orientação sexual e não mantenham relações dentro das fileiras do Exército. "Esta política suprime as liberdades dos militares", disse a organização, que acusou o Pentágono de permitir entre seu oficiais de alta patente um clima anti-homossexual.Após um estudo em 2000 segundo o qual o comportamento anti-homossexual é comum, o Pentágono anunciou medidas para mudar essa tendência. No entanto, o diretor da organização, Dixon Osburn, disse ter havido poucas mudanças até agora nesse sentido.

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