Exército e guerrilha se acusam de romper cessar-fogo nas Filipinas

Conversas foram retomadas após a suspensão das negociações em 2004; cessar-fogo tem uma semana de duração até o encontro na Noruega

Efe

20 de fevereiro de 2011 | 05h59

MANILA - O exército e a guerrilha comunista do Novo Exército do Povo (NEP) se acusaram neste domingo mutuamente de romper o cessar-fogo no sul das Filipinas, declarado na terça-feira passada após o reatamento das conversas de paz na Malásia.

O porta-voz militar Arturo Ortiz assinalou que um guerrilheiro foi ferido no sábado, 19, quando a guerrilha e o Exército se enfrentaram na província de Samar, no leste do país, quando realizavam patrulhas de reconhecimento.

Os guerrilheiros comunistas e os soldados filipinos acusam um ao outro de ter começado o ataque.

As negociações de paz foram retomadas na terça-feira passada após estar suspensas desde 2004, quando os rebeldes decidiram suspender as negociações depois que o governo de Manila conseguiu que os Estados Unidos e a União Europeia incluíssem o NEP em sua lista de grupos terroristas.

O cessar-fogo se manterá durante pelo menos uma semana enquanto durar o encontro em Oslo, também o primeiro sob a Presidência de Benigno Aquino.

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