AFP PHOTO / CCTV
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Explosão perto de uma creche na China mata 7 e fere cerca de 60, incluindo crianças

Foi aberta uma investigação para determinar as causas do incidente; veículos de imprensa locais citam testemunhas que afirmam que ação teria sido provocada por um botijão de gás de um vendedor de comida ambulante

O Estado de S.Paulo

15 de junho de 2017 | 12h57

PEQUIM - Uma explosão ocorreu nesta quinta-feira, 15, perto de um jardim de infância no leste da China, matando 7 pessoas e ferindo cerca de 60, incluindo crianças.

Uma foto postada em uma rede social por um veículo de imprensa local mostra inúmeras crianças e mulheres sentadas no chão, algumas cobertas de sangue. 

Foi aberta uma investigação para determinar a origem da explosão, segundo uma fonte da delegacia de Fengxian, onde se localiza a escola. A agência de notícias Xinhua disse que a explosão aconteceu perto da entrada da escola, na Província de Jiangsu.

O incidente aconteceu quando os alunos saíam, afirmou a Xinhua, que citou funcionários da cidade de Xuzhou, vizinha a Fengxian. Alguns sites reproduziram declarações de um comerciante vizinho que afirmou que a explosão foi de grandes proporções.

Os jornais Global Times e China Youth Daily citaram testemunhas segundo as quais a causa do incidente seria o botijão de gás de um vendedor de comida ambulante. Segundo uma televisão chinesa, duas pessoas morreram no local e cinco no hospital, enquanto nove feridos estão em estado crítico.

Este é o mais recente de uma série de dramas ocorridos em centros pré-escolares na China nos últimos meses. Em maio, o incêndio de um ônibus escolar em um túnel na Província de Shandong resultou na morte de 11 crianças, um professor e o motorista. Especula-se que ele estivesse envolvido em razão de suas condições de trabalho.

Em janeiro, um homem esfaqueou 11 crianças em uma escola da região de Guangxi, deixando três delas gravemente feridas. Em fevereiro de 2016, um homem feriu 10 crianças no pátio de sua escola em Haiku, na Província de Hainan, no sul do país, e depois se suicidou. / AFP

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