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Falta de combustível obriga aeroporto de Auckland cancelar voos

Cerca de 23 voos foram cancelados em 24 horas por causa de um problema em um gasoduto da cidade

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17 Setembro 2017 | 03h34

SYDNEY - A falta de combustível para os aviões causou neste domingo, 17, o cancelamento de cerca de 23 voos internacionais e domésticos no aeroporto de Auckland, na Nova Zelândia.

O gerente de assuntos corporativos do aeroportO, Simon Lambourne, não descartou o cancelamento de mais voos ao longo do dia. As fornecedoras estão racionando combustível por conta de um problema em um oleoduto da única refinaria da Nova Zelândia, em Marsden Point. 

Segundo a rádio NZ, a previsão é que o reparo do oleoduto leve de 10 a 15 dias. 

    

"As companhias aéreas que operam no aeroporto de Auckland tiveram suas alocações de combustível habituais reduzidas. Sabemos que isso seja inconveniente e que exigirá que as companhias encontrem alternativas", disse Andrew McNaught, porta-voz da Mobil Oil New Zealand Limited, que representa os fornecedores de combustível.

O gasoduto é a única fonte de combustível para o aeroporto de Auckland.

McNaught disse que as companhias aéreas teriam agora que transportar mais combustível para permitir vôos de retorno sem reabastecimento. 

A Air New Zealand cancelou e está desviando vôos de longa distância da Ásia e da América do Norte para reabastecer nos aeroportos do Pacífico e da Austrália. 

Já as companhias Qantas e Jetstar informaram que estão trabalhando para minimizar o impacto aos clientes e pediram às pessoas que verificassem seu status de vôo online.

O Aeroporto de Auckland é o maior aeroporto internacional da Nova Zelândia, com circulação de mais de 18 milhões de pessoas por ano. 

O gasoduto que tem gerado complicações ao aeroporto também é o que fornece gasolina e diesel para a cidade de Auckland. A ministra de Energia, Judith Collins, garantiu que o defeito não vai prejudicar os moradores, já que é possível transportar o combustível do terminal para a cidade de caminhão. 

"As empresas de combustível estão confiantes de que o fornecimento desses combustíveis será mantido", disse Collins em um comunicado de imprensa.

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