Falta de gás se espalha pelo Noroeste da China, diz agência

A falta de gás na China se espalhou do Centro e da região Sul do país até a província de Shaanxi, no Noroeste, enquanto muitas cidades enfrentam uma forte queda na temperatura, informou a agência de notícias Xinhua nesta sexta-feira.

REUTERS

25 de dezembro de 2009 | 12h44

A falta diária de gás natural em Xi'an, capital da província de Shaanxi, chegou a 400 mil metros cúbicos, afirmou o gerente da Companhia de Gás Natural de Xi'an, Liu Min, segundo a agência oficial do país.

A falta afetou os setores de transporte e indústria, além de deixar muitos consumidores residenciais sem gás de cozinha, acrescentou a Xinhua.

A cidade passou a usar seus terminais de reserva, que podem fornecer até 200 mil metros cúbicos de gás por dia, de acordo com a agência.

Companhias produtoras de gás em regiões próximas decidiram fornecer à província de Shaanxi 500 mil metros cúbicos de gás por dia, 60 por cento do qual irão para a cidade de Xi'an. Mas isso ainda não suprirá toda a demanda, segundo a Xinhua.

Desde o começo do mês, uma onda de frio nas regiões Sul e central da China elevou o consumo de luz e de gás. A demanda por gás natural em cidades como Wuhan e Hangzou teve um salto.

Wuhan, capital da província de Hubei, sofre com a falta de 400 mil metros cúbicos diários, ao passo que Hangzou, capital da província de Zhejiang, precisa de 170 mil metros cúbicos por dia.

(Reportagem de Eadie Chen e Chen Aizhu)

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