Família acusa procuradoria dos EUA por morte de ativista

A família do programador e ativista norte-americano Aaron Swartz, que cometeu suicídio em Nova York na última sexta-feira, está acusando procuradores dos Estados Unidos pela morte do jovem. O co-fundador do site Reddit, de 26 anos, se enforcou em seu apartamento no Brooklyn.

AE-AP, Agência Estado

13 de janeiro de 2013 | 17h25

"A morte de Aaron não é simplesmente uma tragédia pessoal. É o produto de um sistema de justiça criminal repleto de intimidação e exageros por parte da procuradoria. As decisões feitas pelos procuradores federais e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) contribuíram para sua morte", disse a família em comunicado.

Em 2011, o ativista virtual foi acusado de roubar milhões de revistas científicas do MIT. Ele trabalhava para publicar conteúdos on line gratuitos e, na adolescência, ajudou a criar o RSS, uma ferramenta que reúne atualizações de blogs, sites de notícias e materiais multimídia.

O jovem não se declarou culpado e seu julgamento era para começar no próximo mês.

As informações são da Associated Press.

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