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REUTERS/Mike Stone
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Família de atirador do Texas condena ato de 'violência' do filho

Jovem foi morto pela polícia após atacar local onde ocorria uma exposição com caricaturas do profeta Maomé

O Estado de S. Paulo

05 de maio de 2015 | 11h11

AUSTIN, EUA - Os parentes de Elton Simpson, um dos dois homens mortos pela polícia no domingo após atacarem uma exposição de charges do profeta Maomé no Texas (EUA), classificaram nesta terça-feira, 5, o ataque cometido pelo filho como um "ato de violência sem sentido".

"Temos certeza que muitas pessoas neste país se perguntam se sabíamos dos planos de Elton. Respondemos, sem dúvida nenhuma, que não", afirmou a família de Simpson em comunicado divulgado pelo escritório de advogados que a representa.


Na nota, os parentes afirmam que estão orando por todos os afetados no "ato de violência sem sentido", especialmente pelo segurança ferido em serviço pela dupla. Bruce Joiner foi atingindo por um tiro no tornozelo, hospitalizado e recebeu alta horas depois.

"Somos uma família que não tolera a violência. Apoiamos orgulhosamente os homens e mulheres de nosso país. Como todos em nosso lindo país, estamos lutando para entender o que ocorreu", completou a família no comunicado.

O FBI começou a investigar Simpson em 2007 por supostos planos de ir à Somália para se unir a um grupo radical islâmico. Depois, em 2011, ele foi condenado a três anos de prisão em liberdade condicional por mentir sobre as reais intenções de sua viagem.

No domingo, Simpson e seu cúmplice, Nadir Soofi, abriram fogo contra seguranças de uma exposição de charges de Maomé em Garland, no Texas. Os dois jihadistas foram mortos por policiais.

A mãe de Nadir, Sharon Soofi, disse que seu filho foi criado sob a influência do Islã, mas "com um estilo americano normal". Com 34 anos, ele viveu a maior parte da vida em Garland, explicou a mulher ao jornal local The Dallas Morning News. "O duro é compreender porque ele fez algo assim, deixando para trás um filho de oito anos", afirmou Sharon.

Simpson e Soofi viviam no mesmo complexo de apartamentos em Phoenix, no Arizona. /EFE

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