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Família de jovem paraguaio libertado por guerrilheiros agradece apoio nas redes sociais

Arlan Fick, filho de brasileiros que vivem no Paraguai, estava sob o poder do grupo guerrilheiro Exército do Povo Paraguaio desde abril

Lucia Morel, Especial para O Estadão

27 de dezembro de 2014 | 15h19


CAMPO GRANDE - Com uma missa de agradecimento, a família de Arlan Fick, 17 anos, comemorou o retorno do jovem à sua família, depois de 267 dias em poder do grupo guerrilheiro Exército do Povo Paraguaio (EPP). Nas redes sociais, são várias as palavras de felicitação aos pais e familiares próximos do adolescente, que foi sequestrado em abril deste ano.


Uma das irmãs do jovem, Neusa Fick, afirma que rever o irmão foi uma "emoção inexplicável". Arlan chegou em casa na noite de Natal, o que para a família representou "o mais bonito presente". A família mora na colônia Rio Verde, na região de Concepción, no Paraguai. Na localidade moram várias famílias de brasileiros que sobrevivem da agricultura. 


"Por fim, depois de um longo tempo, pude dar o abraço mais desejado ao meu irmãozinho. Foi uma emoção inexplicável poder tê-lo tão perto depois de tanto tempo", sustentou Neusa em mensagem na internet. Ela também agradeceu o apoio de todos que se fizeram presentes durante o tempo de espera, pelas orações e pelas manifestações e carinho. "Graças a Deus pelo presente".



Em mensagem de uma outra irmã de Arlan, Rosinei Fick, havia o convite para uma missa na casa da família, em Rio Verde. Após a missa, a família seguiu em caravana pelas ruas de Concepción.

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