Famílias de vítimas de atentado na ilha de Utoya visitam local do crime

Ataque completa quatro semanas nesta sexta; entrada da imprensa não foi permitida

Efe

19 de agosto de 2011 | 16h43

Barco militar leva familiares das vítimas até a ilha de Utoya

 

COPENHAGUE - Familiares dos mortos no atentado na ilha norueguesa de Utoya, onde morreram 69 das 77 vítimas dos ataques cometidos em 22 de julho pelo extremista da direita Anders Behring Breivik, visitaram o local nesta sexta-feira, 19, para prestar homenagem aos seus parentes.

 

A ilha, onde Breivik atirou contra jovens social-democratas, ficou aberta para a visita dos familiares durante a sexta, o primeiro dos três dias de luto nacional pela tragédia. Por decisão das autoridades norueguesas e para preservar a intimidade dos familiares e amigos das vítimas, a imprensa não foi autorizada a entrar no local.

 

Os familiares chegaram à ilha pela manhã em um navio militar, no qual também estavam policiais, médicos e equipes de assistência psicológica.

 

A visita foi programada para quatro semanas depois de Breivik, de 32 anos e autor confesso do massacre, cometer os atentados - o primeiro com a explosão de um carro-bomba no complexo governamental de Oslo, onde morreram oito pessoas, e o segundo na ilha de Utoya, onde atirou indiscriminadamente contra jovens que estavam acampados no local.

 

Fontes policiais informaram nesta quinta-feira que Breivik falou duas vezes por telefone com a polícia antes de ser capturado. O extremista se encontra em prisão preventiva e em regime de isolamento. Na semana passada, ele esteve na ilha com a Polícia para a reconstituição do crime.

Tudo o que sabemos sobre:
NoruegaEuropaOsloUtoyaBreivikatentado

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.