FAO: menor risco de vaca louca na AL e Oceania

A Organização para Alimentação e Agricultura (FAO) das Nações Unidas, em seu estudo sobre a possibilidade de propagação da doença da vaca louca, disse que os menores riscos estão "na América Latina, Austrália e Nova Zelândia, por causa da natureza de suas indústrias, sistemas de produção e fontes de farelo de carne e osso". A FAO calcula que entre 1986 e 1996, a Europa Ocidental exportou farelo de carne e osso para mais de cem países, e que cerca de cem países importaram gado do continente.Alguns desses países reexportaram o farelo para terceiros. "Todos os países que importaram gado ou farelo de carne e osso originários da Europa Ocidental durante e desde os anos 80 podem ser considerados sob risco da doença", disse a FAO. A FAO afirmou que apóia o estudo de avaliação de risco que está sendo realizado pelo Comitê de Monitoramento Científico da União Européia (UE). Segundo esse estudo, é "altamente improvável" que o agente da encefalopatia espongiforme bovina (BSE) esteja presente na Argentina, Austrália, Chile, Noruega, Nova Zelândia e Paraguai. Uma porta-voz da UE disse à Agência Estado que o Brasil e outros países estão sendo avaliados pelo Comitê de Monitoramento Científico, e que o resultado do estudo deverá ser divulgado até março.

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