Farc queriam matar Bush, diz governo da Colômbia

O ministro da Defesa da Colômbia, Jorge Alberto Uribe, revelou ontem que o maior grupo guerrilheiro do país, as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), planejou assassinar o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em uma recente vista à Colômbia. Segundo o ministro, o grupo pretendia realizar o ataque contra Bush na cidade de Cartagena na segunda-feira passada, mas fontes de inteligência revelaram o plano a tempo de preparar as autoridades.As Farc teriam uma longa lista de razões para desejar a morte de Bush, especialmente o fato de que Washington destina US$ 600 milhões por ano em ajuda militar à Colômbia, além de dados de inteligência obtidos por meios de satélites e aviões espiões americanos. Um outro motivo seria o fato de os Estados Unidos terem indiciado a maior parte dos membros do alto comando das Farc.ExtradiçãoDois comandantes já presos parecem estar prestes a ser extraditados para os Estados Unidos para lá serem julgados. As autoridades colombianas insistem que a tentativa de assassinato foi evitada pelo grande esquema de segurança montado para a visita de Bush à Colômbia. Além de agentes americanos, trabalharam na segurança de Bush 15 mil membros das forças de segurança colombianas.

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