Festa ressalta abismo entre fãs e inimigos da realeza

As floristas tomaram todo o cuidado para seguir a recomendação da noiva na decoração da Abadia de Westminster. Se Catherine Middleton quer cores neutras para entrar na igreja, quem vai contrariar? Flores brancas, verdes e creme foram escolhidas. Para garantir que tudo fosse perfeito hoje, mais de mil militares e funcionários que participaram da cerimônia madrugaram ontem para um ensaio final. Varredores limparam as ruas e jogaram areia no trajeto onde os cavalos da guarda real trotarão solenemente.

AE, Agência Estado

29 de abril de 2011 | 08h25

Quem está em Londres e não aguenta mais ouvir falar de casamento real não precisa deixar a cidade em disparada em busca de sossego. Há pelo menos dois oásis na capital britânica onde se pode caminhar por algumas milhas sem nem se lembrar da cerimônia que será acompanhada hoje por 2 bilhões de pessoas mundo afora. Eles abrigam algumas das mais emblemáticas figuras londrinas. Um deles é a City, onde o coração bate forte é pelas libras esterlinas do mercado financeiro. O outro é Camdem Town, casa de descolados, punks, góticos e desencanados em geral.

No extremo sul de Londres, um terceiro bairro emblemático da cidade se preparava ontem para a celebração. Brixton é a região dos imigrantes e dos negros da capital britânica. Repleto de lojas populares e restaurantes de comida típica africana, paquistanesa, indiana e jamaicana, o bairro também não exibia bandeirinhas com o sorriso de William e Kate, mas os súditos estrangeiros se sentiam parte da festa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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