Fidel pede a aliado que se lembre do restante do mundo

O líder cubano Fidel Castro descreveu ontem as atuais tensões na Península Coreana como um "risco grave" para o holocausto nuclear, após lembrar a crise dos mísseis em Cuba, em 1962.

O Estado de S.Paulo

06 de abril de 2013 | 02h03

Fidel escreveu na mídia estatal cubana que a Coreia do Norte tinha mostrado ao mundo a sua capacidade técnica e agora era hora de "lembrar os seus deveres". "Não seria justo esquecer que essa guerra afetaria de modo especial mais de 70% da população do mundo", disse.

"A República Popular Democrática da Coreia foi sempre cordial com Cuba, como Cuba sempre foi e continuará a ser com ela", escreveu Fidel. Ele liderava Cuba em outubro de 1962, quando os EUA e a União Soviética quase entraram em guerra sobre a colocação de mísseis nucleares soviéticos na ilha, a 144 quilômetros ao sul da Flórida. Fidel tornou-se um ativista antinuclear nos últimos anos. / REUTERS

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