Filho de candidato presidencial é morto na capital

O arquiteto Alejandro Fermín, de 34 anos, filho do candidato à presidência venezuelana derrotado em 1998 e 2000 Claudio Fermín, foi assassinado na madrugada de ontem quando chegava em sua casa em Caracas, aparentemente em uma tentativa de roubar seu carro.

O Estado de S.Paulo

05 de fevereiro de 2013 | 02h02

O ministro do Interior venezuelano, Néstor Reverol, determinou que o chefe do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas, José Ramírez, apure pessoalmente as circunstâncias do assassinato. O líder opositor afirmou que seu filho foi morto ao amanhecer, por bandidos que abriram fogo para tentar roubar seu veículo.

"Lamentamos profundamente

a morte. Vamos a fundo na investigação", tuitou Reverol.

Vários dirigentes da Mesa da Unidade Democrática (MUD), aliança que reúne os partidos políticos de oposição ao presidente Hugo Chávez, culparam o governo pela falta de segurança urbana na Venezuela.

"Já começaram a aparecer atores necrófilos da oposição, politizando um acontecimento lamentável. Todos somos corresponsáveis pela segurança", afirmou o ministro. / EFE

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