Eric Thayer/The New York Times
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Filho mais novo de Trump testou positivo para covid-19, diz Melania

Melania e Donald Trump foram diagnosticados com covid-19 no dia 1º e a Casa Branca havia informado inicialmente que Barron, de 14 anos, tinha testado negativo

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de outubro de 2020 | 17h28

WASHINGTON - O filho mais novo do presidente dos Estados Unidos, Barron Trump, de 14 anos, testou positivo para o coronavírus, mas não desenvolveu sintomas. A informação foi divulgada por sua mãe, a primeira-dama americana, Melania Trump

Melania e Donald Trump foram diagnosticados com covid-19 no dia 1º e a Casa Branca informou inicialmente que Barron tinha testado negativo. Melania explicou que um teste subsequente mostrou que Barron, em algum momento, também contraiu o coronavírus, mas voltou a testar negativo recentemente.

"Naturalmente, eu pensei imediatamente no nosso filho", escreveu Melania, em um texto intitulado Minha experiência com a covid-19, publicado no site da Casa Branca. "Para nosso grande alívio, deu negativo. Minhas preocupações viraram realidade quando um novo exame foi feito e os resultados foram positivos", explicou. "Felizmente, ele é um adolescente forte e não apresentou sintomas", disse ela.

O presidente Trump anunciou há quase duas semanas que ele e a primeira-dama testaram positivo para o vírus. O presidente ficou internado por três noites no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed para tratamento e depois voltou para a Casa Branca. Ele retomou as viagens de campanha na segunda-feira. 

A primeira-dama diz que, de certa forma, ficou feliz com o diagnóstico de Barron. "Nós três passamos por isso ao mesmo tempo, para que pudéssemos cuidar um do outro e passar um tempo juntos", escreveu. 

Melania explicou ainda que fez um novo teste que deu negativo para o coronavírus e agora espera retomar suas funções o mais rápido possível. "Junto com essa boa notícia, quero que as pessoas saibam que eu entendo o quanto minha família é afortunada por ter recebido o tipo de cuidado que recebemos." /AP e AFP

 

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