Filipina dada como morta no atentado contra a ONU está viva

A família e os amigos de Marilyn Manuel, que, reunidos em sua residência em Nova York, choravam sua perda após serem informados de que ela havia morrido no ataque contra a sede das Nações Unidas em Bagdá foram surpreendidos por uma chamada telefônica do Iraque em que puderam ouvir a voz da própria funcionária da ONU do outro lado da linha. ?Ainda não acreditamos... Quais são as chances de ela sobreviver??, perguntou incrédula nesta sexta-feira Vanessa, a filha de Marilyn, falando em uma entrevista por telefone. Ao falar na véspera com o Iraque, no entanto, Vanessa disse ter achado a voz de sua mãe ?forte?, e informou que ela disse ter sido submetida a uma operação na vista num hospital fora de Bagdá. A própria Marilyn pediu para uma enfermeira do hospital fazer uma chamada para Nova York através de seu celular. Parentes da funcionária nas Filipinas que haviam mandado celebrar uma missa em sua memória nesta sexta-feira mudaram a intenção da celebração: agora será uma missa de ação de graças, informou sua prima Susan de Vera. ?Ela faz 54 anos hoje?, disse De Vera.?Temos muito orgulho do trabalho que ela vem fazendo para a ONU?, disse Vanessa Manuel. Um trabalho que levou sua mãe à Libéria, Somália e Timor Leste.

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