Filipinas descarta pagamento de resgate por sacerdote irlandês

Sequestradores exigem US$ 2 milhões pela libertação do missionário irlandês Michael Sinnot

EFE

01 Novembro 2009 | 03h43

O Governo filipino descartou neste domingo qualquer pagamento de um resgate pela libertação do missionário irlandês Michael Sinnot, por quem seus sequestradores exigem dois milhões de dólares.

 

O porta-voz da Presidência, Cerge Remonde, assegurou em declarações a rádio "DZbb" que o Governo mantém inalterável sua política de não pagar resgates e que está fazendo o possível para libertar Sinnott, em cativeiro há três semanas.

 

Remonde acrescentou que o Exército e dirigentes da Frente Moura de Libertação Islâmica (FMLI), a principal organização muçulmana em armas em Mindanao, cooperam para conseguir que os sequestradores libertem o sacerdote, de 79 anos e de saúde delicada.

 

O porta-voz das Forças Armadas, tenente-coronel Romeo Brawner, anunciou no sábado que os sequestradores tinham exigido um resgate de US$ 2 milhões por Sinnott.

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