Filipinos acham celular de terrorista com todos os contatos

Estados Unidos oferecem recompensa de US$ 10 mi pela captura de Dulmatin, líder da Jemaah Islamiya

Efe,

17 de agosto de 2007 | 10h44

As tropas que combatem o grupo terrorista Abu Sayyaf no sul das Filipinas encontraram o telefone celular do indonésio Dulmatin, líder da organização Jemaah Islamiya, por cuja captura os Estados Unidos oferecem US$ 10 milhões, informaram nesta sexta-feira, 17, fontes militares.   "O serviço de inteligência está estudando o conteúdo do telefone, que é um bom indício de que Dulmatin está aqui", declarou à imprensa o general-de-brigada Ruperto Pabustan, na cidade de Zamboanga, cerca de 890 quilômetros ao sul de Manila.   O Exército tenta confirmar se Dulmatin, especialista em eletrônica treinado em acampamentos da Al-Qaeda no Afeganistão, ficou ferido nos combates nas ilhas de Basilan e Jolo, ao sul de Zamboanga.   O telefone celular foi encontrado em Jolo. Aparentemente, o terrorista permanece na ilha, apesar das operações que começaram em 1 de agosto de 2006.   Os serviços de inteligência militar acham que Dulmatin entrou nas Filipinas em 2003, após participar do atentado na ilha de Bali, na Indonésia, que matou 202 pessoas, em sua maioria turistas estrangeiros, em 12 de outubro de 2002.   A mulher do terrorista, Istiada Sovie, e dois filhos, de 6 e 8 anos, foram detidos e repatriados à Indonésia no ano passado. Outros quatro filhos foram capturados em maio em Tawi-Tawi, ilha próxima a Jolo. Eles são Adiba (9 anos), Osama (7), Adija (5) e Musaiba (2).

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