Fogo amigo mata 13 militares no Paquistão, diz general

Um incidente de fogo amigo matou 13 militares paquistaneses, disse hoje um comandante militar do país. Inicialmente, as mortes foram atribuídas a militantes islâmicos da região fronteiriça com o Afeganistão.

AE, Agência Estado

29 de março de 2011 | 12h16

Fontes do setor de segurança disseram anteriormente que 14 soldados haviam sido mortos durante o confronto na área Shindhand de Khyber, parte do cinturão tribal do Paquistão, que os Estados Unidos afirmam ser o quartel-general global da Al-Qaeda. Porém, o general Asif Yasin Malik disse hoje que os 13 militares que morreram foram vítimas de um morteiro, pedido por um oficial após seus soldados serem atacados. Segundo Malik, o oficial pediu dois disparos de morteiro, mas o segundo atingiu os próprios militares. Dois oficiais e 11 soldados morreram.

"Vários militantes foram mortos e presos" nessa operação, disse o general, falando em Peshawar, no noroeste do país. Khyber fica na principal rota da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para levar suprimentos às tropas internacionais no Afeganistão, mas na região atuam também muitos militantes. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
Paquistãofogo amigomilitaresmortes

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.