Forças egípcias matam 7 supostos jihadistas no Sinai

Forças de segurança do Egito mataram ontem pelo menos 7 pessoas acusadas de integrarem redes terroristas no Norte do Sinai. Na semana passada, ataques de militantes deixaram 16 guardas egípcios que estavam na fronteira com Israel mortos. Dois dias depois, helicópteros de ataque do Egito teriam matado cerca de 20 jihadistas.

O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2012 | 03h03

Segundo fontes das Forças Armadas egípcias, que falaram em condição de anonimato, a operação envolveu forças do Exército e da polícia, que tiveram apoio de blindados. Em vilarejos próximos a El-Arish e Al-Mahadiyah, as tropas teriam apreendido minas terrestres, artilharia antiaérea, além de metralhadoras e lançadores de granada.

A Península do Sinai é tida como reduto de grupos armados ultrarradicais e de redes de tráfico e contrabando. Sem a autoridade do Estado, a região vive um clima de anarquia e violência.

Os sete militantes islâmicos teriam sido mortos após buscarem abrigo em uma casa. Antes, eles haviam trocado tiros com as tropas. Sob fogo intenso, a casa pegou fogo com os supostos jihadistas dentro.

Em um incidente separado, três policiais egípcios morreram no Sinai depois que o carro onde estavam capotou. Eles perseguiam um grupo criminoso na hora do acidente, segundo a imprensa local. / AP

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