Forças sírias matam 12 trabalhadores, dizem ativistas

Forças do governo sírio executaram sumariamente 13 civis que voltavam para casa, após deixarem o trabalho numa fábrica de fertilizantes em Qusair, disseram à agência France Presse ativistas da cidade, que fica na região central do país.

AE, Agência Estado

01 de junho de 2012 | 09h15

"Os trabalhadores estavam num ônibus quando foram forçados a parar num posto de verificação na periferia de Qusaiur" no final da tarde de quinta-feira, informou por telefone Salim Kabbani, integrante dos Comitês de Coordenação Locais.

"As forças do regime amarraram suas mãos para trás e atiraram contra eles", declarou.

Já o Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, grupo sediado em Londres, informou que as mortes ocorreram quando o ônibus onde estavam os trabalhadores foi alvejado e que foram 11 mortos.

Uma página pró-governo no Facebook, a Homs News Network, postou fotografias de 11 homens no chão do que parece ser uma sala de aula. A página responsabiliza o Exército Livre Sírio, dizendo que os trabalhadores foram mortos por serem funcionários do governo.

Na quinta-feira, 13 corpos, muitos com sinais de execução, foram encontrados na província de Deir el-Zor, perto da fronteira com o Iraque. Acredita-se que os homens eram funcionários de uma empresa de petróleo. As informações são da Dow Jones e da Associated Press.

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