REUTERS/Chris Keane
REUTERS/Chris Keane

Fotógrafo da 'Time' diz ter sido agredido em comício de Trump

O comício do pré-candidato foi interrompido por manifestantes, alguns deles do movimento Black Lives Matter e o fotógrafo disse ter sido 'estrangulado' por agentes de segurança

O Estado de S. Paulo

29 de fevereiro de 2016 | 18h47

WASHINGTON/SAN ANTONIO - Um comício do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos Donald Trump foi interrompido por manifestantes nesta segunda-feira, 29, alguns deles do movimento Black Lives Matter (Vidas de Negros Importam, em tradução livre) e um fotógrafo da revista Time disse ter sido estrangulado e empurrado para o chão por um agente do Serviço Secreto dos EUA.

O fotógrafo Chris Morris afirmou ter sido agredido primeiro e "nunca atingiu o agente", de acordo com a CNN, que também informou que ele não prestará queixa sobre o episódio."Eu estava 18 polegadas (cerca de 46 centímetros) afastado do cercado da imprensa e então ele me pegou pelo pescoço, começou a me estrangular e então me jogou no chão", disse Morris no local.

A campanha de Trump disse que houve um incidente envolvendo um fotógrafo e um agente do Serviço Secreto durante o comício na Universidade Radford, em Virgínia. "Não temos ciência de todos os detalhes em torno do incidente e futuros questionamentos devem ser direcionados para as autoridades locais", disse a campanha em comunicado.

O Serviço Secreto em Washington não respondeu imediatamente aos pedidos por comentários. O incidente aconteceu após manifestantes interromperem o comício, realizado num momento em que o líder nas pesquisas para ser o indicado do Partido Republicano foi criticado por não condenar claramente o apoio de um supremacista branco durante uma entrevista na CNN no domingo. / REUTERS 

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