França defende investigação de recursos de extremistas

O ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, fez um alerta nesta sexta-feira para a robusta capacidade financeira do extremistas do grupo Estado Islâmico, afirmando que a comunidade internacional deve discutir maneiras de cortar suas fontes de dinheiro.

Estadão Conteúdo

22 de agosto de 2014 | 13h29

"Estima-se que os recursos do Estado Islâmico cheguem a bilhões de dólares", disse Fabius, acrescentando que pretende organizar uma conferência internacional para rapidamente tomar o controle da situação na Síria e no Iraque. Sua ideia é que a França e seus parceiros investiguem como se financia o grupo de radicais e quem são os financiadores, além de encontrar soluções para acabar com isso. Segundo o ministro francês, os países do Oriente Médio se recusam a revelar de onde vem os recursos.

"O Estado Islâmico controla trechos da Síria e do Iraque, mas eles não são uma ameaça apenas para o Oriente Médio, e sim para todo o mundo", declarou. De acordo com ele, a França vai continuar fornecendo armas e equipamentos para as tropas curdas, que estão enfrentando os extremistas. Fabius também se posicionou contra ataques aéreos na Síria e disse que o exército francês não planeja intervir no Iraque. Fonte: Dow Jones Newswires.

Tudo o que sabemos sobre:
FrançaEstado IslâmicoSíriaIraque

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.