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França e Mali matam líder radical procurado pelos EUA

Ahmed el-Tilemsi comandava o Al-Mourabitoun na região do Sahel; há dois anos, EUA ofereceram recompensa de US$ 5 milhões

O Estado de S. Paulo

11 de dezembro de 2014 | 18h29

PARIS - Uma operação militar conjunta entre forças francesas e do Mali matou um dos líderes do grupo radical islâmico Al-Mourabitoun, segundo o Ministério da Defesa da França. Ahmed el-Tilemsi comandava o Al-Mourabitoun na região do Sahel. Há dois anos, o Departamento de Estado americano ofereceu uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levassem à sua captura.

O ataque militar aconteceu na noite da quarta-feira, próximo à cidade de Gao. De acordo com site do Ministério da Defesa francês, um total de dez militantes foram capturados ou mortos. O ataque teve "grande impacto" sobre o Al-Mourabitoun e outros grupos terroristas que atuam no Sahel, afirma o comunicado.

A França mantém 1.200 soldados em Gao e em outras áreas no nordeste do Mali, parte da operação "Barkhane" contra o terrorismo, feita em conjunto com outros quatro países. Desde agosto, eles neutralizaram mais de 50 militantes e apreenderam toneladas de armas.

El Tilemsi é um dos fundadores do movimento pela Unidade e Jihad do Oeste da África, que juntou forças com o líder terrorista Moktar Belmoktar para formar o Al-Mourabitoun. Belmoktar é visto como o homem mais perigoso do Saara. / AP

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