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REUTERS/Pedro Nunes/File Photo
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Por variante Delta, França recomenda a cidadãos que evitem viagens à Espanha e Portugal

Disseminação da covid-19, que tem contaminado principalmente jovens, aumentou nos países ibéricos devido à circulação da cepa indiana

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de julho de 2021 | 09h09

O Secretário de Estado francês para os Assuntos Europeus, Clément Beaune, recomendou nesta quinta-feira, 8, que os franceses evitem passar férias na Espanha e em Portugal devido à elevada incidência da covid-19 nos países ibéricos, que registram aumento das infecções pela variante Delta.

“Àqueles que ainda não programaram as férias, peço que evitem, evitemos Portugal e Espanha”, insistiu Beaune ao canal de televisão França 2.

“É melhor ficar na França ou ir para outro país”, acrescentou o ministro.

Beaune destacou particularmente a região da Catalunha, onde, disse ele, “muitos franceses vão para festas ou ao passar o verão”.

Com a chegada da estação de calor e o relaxamento de medidas — como o levantamento da obrigação de usar máscaras ao ar livre em todos os momentos — a incidência de casos na Espanha aumentou nos últimos 10 dias, especialmente entre os jovens.

Em Portugal, houve também um aumento das infecções e, de acordo com um relatório publicado na terça-feira, a variante Delta representa quase 90% dos novos casos de coronavírus encontrados.

Beaune, que disse que a França está acompanhando a situação nestes dois países, acrescentou ainda que “nos próximos dias” poderia haver um “reforço das medidas restritivas”.

O presidente francês, Emmanuel Macron, presidirá na próxima segunda-feira, 12, reunião no Conselho de Defesa excepcional, dedicado às questões sanitárias. No encontro, entre outros assuntos, vai-se discutir o avanço da variante Delta no país.

O vírus “está ganhando terreno novamente” devido à variante Delta, que já representa “mais de 40% das contaminações” na França, disse hoje o porta-voz do governo, Gabriel Attal.

O número de novos casos aumentou mais de 20% em sete dias e entre os jovens de 20 a 29 anos a taxa de incidência quase duplicou numa semana, disse ele. /AFP

 

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