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AP Photo/Christophe Ena
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França vigia cerca de 15 mil pessoas por vínculos com ‘radicalização’ e ‘movimentos islâmicos’

Premiê francês não detalhou quais serviços atuam na vigilância, mas afirmou que 300 estão presas no país por estarem ‘diretamente relacionadas com redes terroristas’

O Estado de S.Paulo

12 de setembro de 2016 | 10h40

PARIS - Cerca de 15 mil pessoas estão sendo "vigiadas" na França por "radicalização", declarou no domingo o primeiro-ministro do país, Manuel Valls.

"Podemos considerar, entendendo o peso desses números, que há aproximadamente 15 mil pessoas sendo vigiadas por estarem em processo de radicalização", declarou durante uma entrevista conjunta com a rádio Europe 1, a emissora de televisão iTELE e o jornal Les Echos.

O primeiro-ministro socialista não afirmou se essas pessoas estavam sendo vigiadas pelos serviços de inteligência ou pelos serviços sociais. Até agora, autoridades falam em 10 mil pessoas fichadas pelos serviços de inteligência por terem vínculos com "movimentos islâmicos".

Além disso, quase 300 pessoas estão atualmente presas na França por estarem "diretamente relacionadas com redes terroristas", acrescentou Valls. "Temos cerca de 700 extremistas franceses e residentes na França que combatem atualmente no Iraque e na Síria", recordou o premiê, destacando que esse número inclui "275 mulheres e dezenas de menores".

No Iraque e na Síria, onde está o grupo extremista Estado Islâmico (EI), 196 extremistas franceses e residentes na França foram mortos até agora, disse.

A França, que participa da coalizão internacional contra o EI, sofreu uma série de atentados que deixaram quase 240 mortos desde janeiro de 2015. Na quinta-feira, autoridades anunciaram ter frustrado um novo ataque ao deter um grupo de mulheres "fanatizadas" dispostas a agir. / AFP

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