Franceses sequestrados no Níger estão vivos nas montanhas do Mali

Vítimas trabalhavam em mina de urânio da Areva, uma das principais fontes de abastecimento das usinas nucleares francesas

Efe,

24 de outubro de 2010 | 06h52

PARIS - Os sete trabalhadores da companhia francesa Areva que foram sequestrados no Níger em meados de setembro estão vivos nas montanhas do nordeste do Mali, segundo informações divulgadas durante a 13ª cúpula da Francofonia, realizada na cidade suíça de Montreux.

 

O primeiro-ministro do Níger, Mamadou Danda, indicou em declarações à imprensa que os reféns "estão vivos" e que há "contatos no terreno" para tentar sua libertação.

 

"Não tenho más notícias, mas reconheço que não posso dizer o que está acontecendo de maneira clara", declarou o presidente de Mali, Amadou Toumani Touré, à France 24 e à RFI.

 

Apesar de implicitamente confirmar que os sete sequestrados (cinco franceses, um togolês e um malgaxe) se encontram em seu país, Touré não especificou onde.

 

A France Info detalhou, citando fontes no Mali e na França, que os funcionários da Areva estão nas mãos da Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) nas colinas desérticas de Timétrine, no nordeste do país africano.

 

Os sete reféns foram capturados na madrugada do dia 16 de setembro em Arlit, no nordeste do Níger, em operação em um bairro onde vivem os trabalhadores de uma grande mina de urânio da Areva, uma das principais fontes de abastecimento das usinas nucleares francesas.

 

Os sete trabalhadores da companhia francesa Areva que foram sequestrados no Níger em meados de setembro estão vivos nas montanhas do nordeste do Mali, segundo informações divulgadas durante a 13ª cúpula da Francofonia, realizada na cidade suíça de Montreux.

 

O primeiro-ministro do Níger, Mamadou Danda, indicou em declarações à imprensa que os reféns "estão vivos" e que há "contatos no terreno" para tentar sua libertação.

 

"Não tenho más notícias, mas reconheço que não posso dizer o que está acontecendo de maneira clara", declarou o presidente de Mali, Amadou Toumani Touré, à France 24 e à RFI.

 

Apesar de implicitamente confirmar que os sete sequestrados (cinco franceses, um togolês e um malgaxe) se encontram em seu país, Touré não especificou onde.

 

A France Info detalhou, citando fontes no Mali e na França, que os funcionários da Areva estão nas mãos da Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) nas colinas desérticas de Timétrine, no nordeste do país africano.

 

Os sete reféns foram capturados na madrugada do dia 16 de setembro em Arlit, no nordeste do Níger, em operação em um bairro onde vivem os trabalhadores de uma grande mina de urânio da Areva, uma das principais fontes de abastecimento das usinas nucleares francesas.

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