Franceses serão julgados na Somália, diz grupo rebelde

Os dois conselheiros de segurança franceses sequestrados na Somália na terça-feira serão julgados de acordo com a lei islâmica por suposta espionagem e conspiração contra o Islã, disse hoje um membro de um grupo rebelde que mantém os homens reféns. O membro do grupo insurgente al-Shahab disse que a data do julgamento ainda não foi definida. O al-Shahab é criticado por seus métodos severos de punição, que incluem execuções públicas, apedrejamento e amputações. Os franceses foram sequestrados no hotel em que haviam se hospedado como jornalistas, em Mogadiscio. Eles estavam no país para treinar soldados do governo somali, que estão combatendo milicianos islâmicos.

AE-AP, Agencia Estado

18 de julho de 2009 | 19h37

Estrangeiros raramente viajam à Somália, um dos países mais perigosos do mundo. O número de sequestros vem aumentando nos últimos anos, tendo como alvos jornalistas e funcionários de agências de ajuda humanitária. Grupos islâmicos têm combatido o governo apoiado pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde que foram tirados do poder, há cerca de dois anos.

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