Fundador do WikiLeaks acusa EUA de novo Macartismo

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, denunciou um "novo tipo de Macartismo" nos EUA, após o Bank of America anunciar que vai parar de processar pagamentos destinados à organização. A decisão do BofA veio dias depois de o WikiLeaks anunciar que vai divulgar no início do ano que vem documentos que apontam para "práticas aéticas" de um grande banco dos EUA. Acredita-se que esse banco seja o BofA, o maior do país em ativos.

AE, Agência Estado

18 de dezembro de 2010 | 17h04

A instituição financeira disse, em comunicado, que sua decisão de hoje "baseia-se na crença razoável de que o WikiLeaks possa estar engajado em atividades que, entre outras coisas, são inconsistentes com nossas políticas internas de processamento de pagamentos".

O Macartismo (em inglês McCarthyism) é o termo que descreve um período de intensa patrulha anticomunista, perseguição política e desrespeito aos direitos civis nos Estados Unidos, que durou do fim da década de 1940 até meados da década de 1950. As informações são da Dow Jones.

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