Gasoduto no Sinai sofre nono ataque desde fevereiro

Pela nona vez desde fevereiro, quando o ditador Hosni Mubarak foi derrubado por uma revolução popular, sabotadores explodiram o gasoduto que liga o Egito a Israel. Ninguém assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas esses atentados têm sido atribuídos a militantes inspirados na Al-Qaeda, que passaram a atuar na Península do Sinai, aproveitando a diminuição da presença militar egípcia na região.

O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2011 | 03h04

De acordo com um guarda do gasoduto, oito sabotadores mascarados chegaram em dois jipes e o renderam. Eles colocaram explosivos em três pontos do gasoduto. Só dois explodiram.

O fornecimento de gás egípcio para Israel e para a Jordânia foi suspenso. Residências e indústrias egípcias também ficaram sem o combustível até que o incêndio fosse controlado.

O Egito exporta mais de 40% do gás consumido por Israel. O fornecimento tinha sido retomado recentemente, depois de meses de reparos. Os críticos dizem que Mubarak, aliado dos israelenses, aceitou um preço baixo demais pelo gás vendido ao país vizinho. / L.S.

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