General dos EUA defende gay 'capaz de lutar na guerra'

O principal general dos Estados Unidos no comando no Iraque disse hoje que qualquer pessoa - gay ou heterossexual - deve receber permissão para servir o Exército "desde que seja capaz de lutar nossas guerras". O comentário do general Raymond Odierno é um dos primeiros a ser feito por um líder militar graduado no comando de tropas em uma guerra desde que o Pentágono anunciou, no início deste mês, que estudaria a questão.

AE-AP, Agencia Estado

22 de fevereiro de 2010 | 16h04

Odiermo ajudou a liderar as tropas que reduziram a violência no Iraque e abriram caminho para a redução programada de forças norte-americanas. Ele disse aos jornalistas que não teve muito tempo para pensar sobre se os gays deveriam ser admitidos no serviço militar e deixar claro sua orientação sexual. Segundo Odiermo, a política do "não pergunte, não fale" não tem sido uma questão central para ele.

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