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Governador de Minnesota diz que morte de negro por policial é racismo

'Não acredito que ele teria morrido se fosse branco', diz o democrata Mark Dayton sobre execução de vítima  em abordagem de trânsito

O Estado de S. Paulo

07 de julho de 2016 | 19h27

SAINT PAUL, EUA  - O governador de Minnesota, Mark Dayton, disse nesta quinta-feira, 7, que a morte de Philando Castile, um negro baleado por um policial branco em Falcon Heights, não teria ocorrido se a vítima fosse branca.

"Não acredito que isso teria acontecido se ele fosse branco. Esse tipo de racismo existe. E é nossa tarefa fazer de tudo para que não ocorra de novo", disse o governador em entrevista coletiva em Saint Paul, a capital do Estado. 

Castile foi morto durante uma abordagem policial de trânsito na noite de quarta-feira. É a segunda morte de um negro por policiais brancos nesta semana nos Estados Unidos. Nos dois crimes, os tiros foram registrados em vídeo. No outro episódio violento, Alton Sterling, um negro de 37 anos foi morto em Baton Rouge, na Louisiana. 

"Não consigo dizer o quanto estou chocado e profundamente ofendido que isso ocorra em Minnesota, a alguém parado por causa de um farol quebrado", acrescentou Dayton. "A Justiça precisa ser aplicada, se queremos a chance de reparar esse terrível dano que foi feito às relações entre homens e mulheres de todas as raças e credos."

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