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Governo brasileiro está 'insistindo' em informações sobre morte de universitária

Segundo Brasília, há uma necessidade 'imperiosa' de elucidar rapidamente circunstâncias do assassinato de Raynéia Gabrielle Lima

Lu Aiko Otta, O Estado de S.Paulo

25 Julho 2018 | 15h27

BRASÍLIA - O governo brasileiro e a Embaixada do Brasil em Manágua seguem insistindo junto às autoridades nicaraguenses sobre a necessidade “imperiosa” de elucidar rapidamente as circunstâncias da morte da estudante Raynéia Gabrielle Lima, ocorrida no dia 23. A informação foi dada nesta quarta-feira, 25, pelo Ministério das Relações Exteriores.

A pasta esclareceu ainda que está em contato com a família da jovem por meio do escritório do Itamaraty no Recife e do Núcleo do Atendimento a Brasileiro, na capital federal. Além disso, a embaixada tem prestado “todo apoio cabível” para obter a documentação necessária para a liberação do corpo e informado à família sobre os custos. “Os procedimentos médico-legais são de competência exclusiva das autoridades da Nicarágua”, informou. 

Ontem, o ministério convocou a embaixadora da Nicarágua no Brasil, Lorena Martínez, a dar explicações sobre o episódio. Além disso, chamou de volta o embaixador brasileiro naquele país, Luis Cláudio Villafagne. As duas iniciativas expressam uma forte insatisfação. O governo também divulgou nota se dizendo “profundamente indignado” com o ocorrido e criticando a atuação de milícias no país. 

 

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