Governo brasileiro evita uso da palavra 'golpe'

Um dos interlocutores mais próximos da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, considerou ontem "inusitado" o impeachment de Fernando Lugo, mas evitou a palavra "golpe" para descrever o processo que o destituiu.

O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2012 | 03h03

O ministro defendeu as discussões no âmbito do Mercosul e da Unasul para construir um consenso sobre a questão paraguaia. "Tentamos evitar qualquer medida que não seja construída em consenso com outros países", declarou. / RAFAEL MORAES MOURA

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