Governo egípcio ordena apreensão de bens de islâmicos

O governo interino do Egito ordenou que os bens de mais de 500 membros da Irmandade Muçulmana e líderes islâmicos sejam apreendidos, incluindo os do presidente deposto, como parte de uma repressão ainda mais pesada contra o grupo, informaram autoridades de segurança e do judiciário.

Agência Estado

01 de janeiro de 2014 | 11h01

A medida surge após o exército ter prometido confrontar "as forças do terrorismo e das trevas" e proteger a votação da Constituição do país em 14 e 15 de janeiro. O primeiro-ministro, Hazem el-Beblawi, pediu aos egípcios que compareçam às urnas como "principal dever nacional" e disse que uma "forte participação" é a única garantia de um voto bem sucedido.

Abdel-Azim el-Ashri, porta-voz do Ministério de Justiça, disse que um comitê ministerial ordenou que "bens móveis e imóveis" de 572 líderes da Irmandade Muçulmana sejam apreendidos. Outra autoridade do órgão revelou que o presidente deposto, Mohammed Morsi, e sua família estão entre os nomes que constam na lista. Fonte: Associated Press.

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