Governo nega que comboio de Assad foi atacado

Duas facções rebeldes da Síria disseram que o comboio presidencial em Damasco foi atacado com morteiros nesta quinta-feira, o que marcaria a tentativa mais violenta contra Bashar Assad. Contudo, o governo negou as alegações e disse que o líder está bem.

AE, Agência Estado

08 de agosto de 2013 | 08h34

Os rebeldes disseram que lançaram foguetes e morteiros contra o comboio que transportava Assad para uma mesquita no distrito de Malki, na região central de Damasco. O presidente da Síria se direcionava ao local por causado do feriado religioso de Eid al-Fitr, que marca o fim do jejum do Ramadã.

Após as declarações dos grupos Tahrir al-Sham e Liwaa al-Islam, a televisão estatal síria mostrou imagens de Assad rezando ao lado de outras autoridades em uma mesquita em Malki, perto da residência do presidente na região. As imagens mostraram Assad sorrindo enquanto ele caminhava pelo corredor da mesquita.

O ministro da Informação, Omran al-Zoubi, também usou a televisão estatal para negar que o ataque tivesse ocorrido. Referindo-se aos canais da Arábia Saudita e do Qatar, que transmitem as alegações dos rebeldes, Zoubi os chamou de "um mero reflexo dos desejos e ilusões de alguns meios de comunicação e de governos que estão por trás deles".

Ativistas em Damasco disseram que não ficou claro se o comboio oficial foi alvejado, mas vários confirmaram que uma nuvem de fumaça negra foi vista sobre o distrito de Malki perto do tempo de oração. Rebeldes dizem que atingiram o comboio com mais de 37 morteiros. Fonte: Dow Jones Newswires.

Tudo o que sabemos sobre:
síriaviolência

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.