Governo tailandês não pedirá extradição de Shinawatra

Ex-líder tailandês é dono do clube inglês de futebol Manchester City e acusado de corrupção

Efe,

22 de agosto de 2008 | 05h18

O primeiro-ministro da Tailândia, Samak Sundaravej, anunciou nesta sexta-feira, 22, que seu governo não solicitará a extradição nem revogará o passaporte diplomático do ex-líder Thanksin Shinawatra, declarado fugitivo e exilado no Reino Unido. Shinawatra, dono do clube inglês de futebol Manchester City e sobre quem pesa quatro acusações de corrupção, viajou ao Reino Unido na semana passada junto com sua mulher, Pojaman, para fugir da Justiça tailandesa. A Corte Suprema deve anunciar no próximo dia 17 de setembro o veredicto do primeiro julgamento ao qual foi submetido o casal Shinawatra por suposto envolvimento na compra de um terreno estatal a um preço abaixo de seu valor real. Sundaravej, líder do governante Partido do Poder do Povo (PPP), adotou essa decisão apesar das contínuas manifestações de rua que acontece em Bangcoc há vários dias para pressionar o governo a fim de que peça a extradição do ex-primeiro-ministro. A maior parte dos dirigentes do PPP, que é liderado por Sundaravej, vem do partido criado por Shinawatra, e que a Corte Suprema dissolveu no ano passado por cometer fraude eleitoral.

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