Governos estrangeiros retiram cidadãos do Iraque

O empenho do governo americano em conter as rebeliões no Iraque e preparar a transferência de poder sofreu um novo baque. Diante da onda de seqüestros de estrangeiros, vários governos pediram que seus cidadãos deixem imediatamente o território iraquiano. Com o seqüestro de quatro italianos e um jornalista de uma emissora francesa de televisão, as forças americanas de ocupação estimam em 40 o número de reféns, de 12 países, em mãos da guerrilha.Rússia, França, Portugal e República Checa (os dois últimos mantêm tropas no país) aconselharam seus cidadãos a partir. O primeiro-ministro de Portugal, José Manuel Durão Barroso, aconselhou todos os civis portugueses a abandonar o Iraque o mais cedo possível, "já que nossas forças, nem as de nossos aliados, estão em condições de lhes oferecer proteção".As autoridades russas disseram estar prestes a preparar vôos para remover centenas de funcionários de diversas empresas que já anunciaram a retirada de seus empregados do país. Há mais de 600 russos no Iraque.

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