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Grã-Bretanha estuda participar de ataques aéreos ao EI na Síria

Britânicos fizeram um minuto de silêncio pelos mortos no atentado na Tunísia, que também homenageou as vítimas

LONDRES, O Estado de S.Paulo

04 de julho de 2015 | 02h01

Abalado com o assassinato de 30 turistas britânicos na Tunísia por um atirador que teria ligações com o Estado Islâmico, o primeiro-ministro David Cameron disse que está considerando juntar-se aos Estados Unidos nos bombardeios contra o grupo jihadista na Síria.

Segundo a porta-voz de Cameron, Helen Bower, o premiê pedirá ao Parlamento que autorize a Grã-Bretanha a fazer mais na Síria contra o Estado Islâmico. O país já participa de uma coalizão internacional, liderada pelos EUA, que promove ataques aéreos contra o grupo extremista no Iraque.

"Há uma crescente evidência de que o EI representa uma ameaça ao povo na Grã-Bretanha e à nossa segurança nacional", disse a porta-voz.

A população na Grã-Bretanha fez ontem uma pausa nas ruas e nos locais de trabalho, igrejas, mesquitas, estações de trem e também no tradicional torneio de tênis de Wimbledon para homenagear as vítimas do ataque terrorista em Sousse, na Tunísia, que deixou 38 mortos - 30 deles - no dia 26. A rainha Elizabeth II e Cameron estavam entre os que fizeram um minuto de silêncio ontem.

Túnis. Na Tunísia, uma multidão também fez um minuto de silêncio para as vítimas na capital do país, Túnis. Pessoas de todas as religiões juntaram-se para a homenagem. Uma cerimônia foi realizada no hotel Imperial Marhaba, local aonde ocorreu o ataque, em um resort em Sousse, nas margens do Mar Mediterrâneo. / AP

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