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Grã-Bretanha recomenda que turistas deixem a Tunísia

Com a probabilidade de novos atentados, ministério das Relações Exteriores desaconselha viagens ao país por motivos que não sejam extremamente importantes

O Estado de S. Paulo

09 de julho de 2015 | 15h56

LONDRES - A Grã-Bretanha recomendou nesta quinta-feira, 9, aos seus cidadãos que abandonem a Tunísia o mais rápido possível em razão da "alta probabilidade" de atentados.

O ministro britânico das Relações Exteriores, Philip Hammond, disse à emissora pública "BBC" que, embora não haja efetivamente informação de nenhuma ameaça "específica ou iminente", a informação das agências de segurança indica que é "altamente provável" que ocorra um novo atentado nesse país.


O Foreign Office modificou hoje suas recomendações de viagem para a Tunísia e, atualmente, desaconselha deslocamentos que não sejam essenciais.

O ministro explicou que os operadores de turismo estão preparando voos adicionais para conseguir trazer de volta os aproximadamente três mil turistas britânicos que estão na Tunísia, além de centenas de residentes.

Entre as 38 vítimas do atentado ocorrido no último dia 26 em um hotel em Sousse, 30 eram britânicas. / EFE

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